Quais são os principais tipos de automação industrial?

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Como cada empresa tem uma necessidade peculiar, a automação industrial não pode ser igual para todos os negócios. Os gestores e gerentes de setor podem recorrer a soluções distintas e que se encaixam melhor nas suas exigências. Para isso, é fundamental conhecer os tipos de automação industrial.

Eles variam de acordo com os recursos utilizados e mesmo com a finalidade dos projetos. Ao identificar cada alternativa, fica fácil selecionar aquela que tem a ver com as principais demandas da planta produtiva.

Para que não restem dúvidas, conheça quais são os tipos de automação industrial e explore as suas características.

A automação fixa é o tipo menos versátil

A possibilidade fixa recebe esse nome porque é configurada apenas uma vez. Ou seja, assim que acontece a instalação, ela não pode ser mais mudada. Serve somente para uma ação específica e que, portanto, requer um planejamento cuidadoso.

Normalmente, demanda um investimento maior nos equipamentos, pois a intenção é obter uma composição durável. Também é preciso pensar muito bem no que será estabelecido, já que qualquer mudança exige um novo projeto, iniciado a partir do zero.

Por suas características, é uma opção indicada para linhas de produção em grande volume e com padronização. Já que é fixa, só é recomendada quando não existe a necessidade ou a previsão de ser preciso readequar as peças.

A automação programável traz alguma ideia de variabilidade

A versão programável, por outro lado, tem versatilidade. Entre os tipos de automação industrial, é considerada uma solução um pouco mais avançada e que atende bem a indústrias com diferentes interesses.

tipos de automação industrial

Para que as etapas sejam executadas, utiliza-se um programa que repassa as “ordens” para os componentes. Diante da necessidade de fazer alguma alteração, é preciso mudar apenas o programa e não todo o sistema de máquinas. No entanto, a mudança no software pode não ser tão simples. Caso a automação se torna mais complexa, a programação talvez seja igualmente difícil.

É menos produtiva que a fixa, que é capaz de oferecer resultados em grande quantidade. Por outro lado, é ideal para empresas que fazem a fabricação em lotes. Ao final de um conjunto, há a necessidade de reprogramar todos os componentes, o que consome tempo de atuação.

A versão flexível é o mais versátil entre os tipos de automação industrial

A outra possibilidade é a alternativa flexível. De certo modo, é uma espécie de proposta híbrida, já que combina um pouco das duas anteriores. Essa é a escolha perfeita para indústrias que fabricam diversos produtos ao mesmo tempo e desejam ter um resultado melhor.

A partir de uma central de controle, a linha de produção é ajustada de acordo com processos fixos ou programáveis. Para empresas que não optam pelo sistema de lotes, é uma possibilidade que traz um bom poder de decisão.

Quanto ao nível de volume, é um tipo com uma capacidade menor, já que atinge um padrão mediano. Por outro lado, a qualidade não é comprometida, o que ajuda a garantir máxima eficiência.

Como não são todos os elementos que devem ser reprogramados, também não há uma perda de tempo tão grande nessa etapa. Para indústrias que desejam acompanhar o dinamismo do mercado, é a opção perfeita.

Os diferentes tipos de automação industrial variam com as características de programação e de capacidade de mudanças. Ao conhecer cada alternativa, é possível escolher aquela que melhor se encaixa nas necessidades do empreendimento.

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