4 dicas fáceis para uma escolha assertiva do fuso de esferas

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O fuso de esferas é responsável por “converter” o movimento de rotação em uma atuação linear. Por causa de suas características, oferece baixíssimo atrito, o que evita a perda de capacidade de movimentação. Dentro de um contexto de automação industrial ele é muito importante, porque favorece a transposição de eixos e motores.

Ao mesmo tempo, só é possível aproveitar todos os aspectos positivos mediante a aquisição adequada de elementos. Diante de tantas opções no mercado, é preciso recorrer à alternativa que realmente oferece um bom desempenho.

Na sequência, confira 4 dicas práticas para selecionar o fuso de esferas para cada projeto.

1. Avalie o diâmetro necessário

O elemento deve ter o menor atrito possível, mas não pode apresentar uma folga muito grande. Para tanto, o fuso de esferas tem que disponibilizar o diâmetro indicado para cada necessidade.

Para fazer a melhor escolha, portanto, tudo começa com essa consideração. Bons fornecedores oferecem opções que vão de 8 a 100 mm, pois isso atende à maior parte das exigências. Com a avaliação do tamanho, fica mais fácil realizar a aquisição correta.

2. Confira o atendimento a padrões de qualidade

Obter as funções adequadas também está relacionado ao atendimento de padrões de qualidade. Se o item apresentar os certificados de padrões internacionais, é capaz de oferecer uma experiência que atende às exigências.

O padrão ISO9001 atesta um bom funcionamento e alternativas de grande qualidade. Já o padrão DIN69051 é internacional e específico para esse componente. Adquirir itens desse tipo, portanto, permite que o seu sistema de automação conquiste o desempenho mais satisfatório.

fuso de esferas

3. Entenda o tipo de castanha do fuso de esferas

As partes integrantes também devem ser observadas. Destacadamente, é essencial analisar as castanhas que são aplicadas. Elas garantem a segurança, a estabilidade e são indispensáveis para uma utilização dentro do previsto.

As SFUR ou SFRS devem ter padrão internacional e passo nas medidas 5,10 e 22 mm. Assim, é possível conseguir uma adoção quase universal. Já as SFER precisam ser de 16, 25, 32 ou 40 mm.

Quanto ao material dessa peça integrante do fuso de esferas, o aço carbono especial garante resistência, bom funcionamento e, principalmente, um excelente custo-benefício.

4. Avalie as características da atuação do item

Depois de analisar todos esses pontos, é o momento de partir para as especificações sobre a aplicação. O rendimento, por exemplo, deve ficar em torno de 95%. Isso é obtido pelo baixo atrito e pela conversão de movimentos rotacionais.

Também vale prestar atenção em aspectos como a dureza superficial. Valores entre 58 e 62 HRc são ideais, já que o componente dura o bastante, mas ainda consegue fazer movimentos sem impedimentos. Não menos importante, a rigidez é crucial para evitar folgas e obter a precisão desejada.

Quanto ao momento de operação, o fuso deve oferecer baixo ruído e a necessidade adequada de lubrificação. Se tiver elevada durabilidade, gera economia e, principalmente, confiabilidade para a atuação.

O fuso de esferas é um componente essencial para processos de automação industrial e, por isso, tem que ser escolhido corretamente. Com essas dicas, é possível realizar a compra ideal e garantir o atendimento às necessidades específicas.

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